Palestra: Zeitgeist! Eu Acredito!

CapaEste blog orgulhosamente torna disponível o texto e a apresentação ministrados durante da XVI Semana da Fotografia de Ribeirão Preto – SP (links para download no final do texto) Continuar lendo
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O Que Dizem Duas Fotos

Encontrei as duas fotos que deram origem a esse texto, quando revirava blogs de fotografia, tentando encontrar algo que valha a pena ver. Intrigado, por algum tempo não consegui abandoná-las. Fui fisgado, voltei para vê-las diversas vezes.
O autor do blog forneceu o nome do autor – que deixarei para o final. Forneceu, também, alguns dados biográficos padrões, porém, por sorte, não forneceu a legenda com informações sobre datas, locais e eventos que as fotos retratam. Ainda que essas fotos mostrem fatos históricos e o autor é bem conhecido, confesso que não as conhecia. E como não são acompanhadas de legendas, entreguei-me a tentação de decifrá-las antes de buscar mais informações em fontes extras.
Uma situação muito favorável, onde a falta de conhecimento prévio permite ser permeável a toda a sorte de símbolos e significados contidos dentro do espaço fotográfico. Continuar lendo
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Notas Sobre Paraisos

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Li e Recomendo – 50 Anos Luz Câmera e Ação

Edgar Moura, 50 anos Luz Câmera e Ação
Tá legal, não é um livro sobre fotografia. Trata-se de um livro sobre direção de fotografia para cinema, mas tem muita relação com a fotografia parada. Continuar lendo
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De Weimar a Gursky – Parte 04

Um Mundo Novo com uma Nova Visão

Este capítulo dará continuidade a apresentação de algumas ideias contidas nos trabalhos de Moholy-Nagy, o principal nome da fotografia da Nova Visão, iniciado no capítulo anterior.

A Fotografia de Moholy-Nagy

Conforme mencionado anteiormente, Moholy-Nagy apostava na fotografia como a forma de expressão artística do novo tempo e por isso ele a investiga, buscando maneiras de estimular a experiência de visualização para educar a humanidade em novas formas de apreciação do mundo moderno. Continuar lendo
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De Weimar a Gursky – Parte 03

Um Mundo Novo com uma Nova Visão

Neste capítulo será abordado um movimento que vinha ocorrendo paralelamente à Nova Objetividade.

A Contradição

Desde o começo do século XX, aliás desde que foram inventadas, as câmeras fotográficas vinham passando por uma série de transformações que  as tornavam melhores e mais acessíveis. No início da década de 20, eram oferecidos diversos modelos de câmeras, que iam desde “box-cameras” sem obturador ou diafragma até modelos sofisticados, passando por modelos curiosos que filmavam e fotografavam com filme 135 ou modelos bastante flexíveis que suportavam –pasmem: placa de vidro, filme plano ou filme 120 – será que somos tão mais modernos? Continuar lendo
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De Weimar a Gursky – Parte 02

Os fotógrafos da Nova Objetividade

Este capítulo apresenta os principais nomes da fotografia da Nova Objetividade.  Todos os nomes têm uma biografia complexa e seus trabalhos podem ser investigados tão profundamente quanto se queira – afinal fizeram história. O que segue é um investigação geral sobre estes nomes.
Karls Blossfeldt,
Iniciou sua carreira como aprendiz em fundição artistica/decorativa em ferro, seguido pela formação na Escola de Artes de Berlin (Hochschule für Bildende Künste). Em 1898 passou a lecionar no Museu Real de Artes e Oficios de Berlin. A partir de uma pesquisa em botânica desenvolvido junto com o pintor Moritz Meurer, começa a documentar e catalogar fotograficamente formas vegetais. Tal pesquisa seria usada como instrumento análise e estudos de formas e texturas do mundo vegetal para ser aplicado ornamentação. Seria um catálogo para ajudar artistas a reproduzirem formas vegetais.
Em 1928, Blossfeldt lança o livro “Arte das Formas Naturais” (Unfomen der Kunst), cuja proposta era fornecer um livro-texto para apreciação das formas no mundo natural pelo publico em geral.
Karl Blossfeldt – Equisetum hiemale
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